Loulé ++ Clube de Xadrez das Torres do Al-Gharb
EM ATUALIZAÇÃO : 21/08/2023
O clube na atualidade:
Loulé ++ Clube de Xadrez das Torres do Algarve tornou-se rapidamente, desde a sua criação em setembro de 2016, na principal referência do xadrez algarvio.
Ao tornar-se campeão distrital em Partidas Clássicas o clube conseguiu , ainda em 2016, ascender à terceira divisão de xadrez.
Na época 2018/2019 subiu à segunda divisão nacional, onde tem permanecido , tendo já conseguido dois terceiros lugares. A subida à primeira divisão, devido aos elevados custos, nunca foi prioridade.
Desde a época 2019/2019 que a equipa B do clube compete na terceira divisão, tendo em 2022/2023 conseguido a melhor classificação, o terceiro lugar.
Desde 2016/2017 que o clube é o vencedor das maiores provas de equipas do xadrez distrital : Campeonatos Distritais de Clássicas (sete), Partidas Rápidas (todos os realizados = 5) e apenas ficou em segundo lugar em dois Campeonatos de Semi-Rápidas.
Na época 2022/2023 conquistou todas as provas coletivas distritais : Super Taça, Clássicas, Semi-Rápidas, Rápidas e Taça do Algarve
A nível individual os títulos também são muito frequentes.
Em 07/08/2023 o clube tem 87 xadrezistas federados (74 masculinos e 13 femininos). Por escalões, há 8 xadrezistas Sub 8, 8 em Sub 10, 9 em Sub 12, 5 em Sub 14, 3 em Sub 16, 1 em Sub 18, 5 em Sub 20, 33 séniores, 13 veteranos + 50, e 4 veteranos + 65.
A divulgação das atividades do clube é feita em
http://www.torresdeloule.pt
https://associativismo.cm-loule.pt/associacao/2558/loule-clube-de-xadrez-das-torres-do-al-gharb
http://www.facebook.com/xadrezloule
https://www.instagram.com/torresdeloule/
O clube ,com a pandemia de 2020, iniciou as suas competições on-line, tendo equipas nas plataformas lichess.org chess.com
O link da equipa principal é https://lichess.org/team/torres-de-loule e em 20/08/2023 tem inscritos 355 xadrezistas de origens diversas. Em termos de resultados é a principal equipa de Portugal. O reconhecimento internacional é bastante grande, dado que desde maio de 2020, organiza todos os domingos, um grande torneio internacional . com a conta https://lichess.org/team/torres-de-loule-team-battles.
. É a principal equipa de Portugal no xadrez on-line. Organiza , desde maio de 2020, aos domingos, o Torneio Internacional de Xadrez das Torres de Loulé, estando atualmente no 117º Torneio. A página de gestão dos torneios é https://lichess.org/team/torres-de-loule-team-battles. Esta competição assumiu uma dimensão ímpar, e em tempos de isolamento pandémico chegou a ter na mesma edição mais de 1400 xadrezistas e de 120 equipas.
Atualmente, o número de participantes semanal é de aproximadamente 400 xadrezistas, repartidos por cerca de 60 equipas, da Europa, América do Sul , África e Ásia.
Repartindo o calendário anual , com a equipa espanhola Ajedrez Béjar (Salamanca) , organiza , de Outubro a Março, a Liga Ibera ,https://lichess.org/team/liga-ibera , que já ultrapassou a edição 50,
A equipa online das Torres de Loulé, permite que qualquer interessado integre e represente a Muralha das Torres de Loulé a partir do seu computador ou telemóvel, Se te quiseres juntar à Muralha online, podes fazê-lo em www.lichess.org/team/torres-de-loule ou para xadrezistas com elo inferior a 1500 a opção é https://lichess.org/team/torres-de-loule-futuro.
Se quiseres aprender a jogar xadrez ,participar em competições ou conviver, o clube funciona de Setembro a Julho , na Casa da Cultura de Loulé nº 36 e desde a sua fundação a Direção assumiu que as atividades seriam GRATUITAS para todos.
Para informações adicionais, o nosso contacto funcional é torresdeloule@gmail.com
Histórico:
O Loulé ++ (Loulé Xeque-Mate, pois em notação algébrica, a linguagem em que se escrevem as jogadas de uma partida de xadrez, ++ significa xeque-mate) tem a sua origem no Núcleo de Xadrez da Associação Cultural de Alte, onde confluiram três xadrezistas de diferentes origens: Amarildo Lima, natural de Alte, ex-jogador do Clube de Pesca e Náutica Desportiva de Albufeira; Tiago Pinho, natural do Porto e residente em Loulé, formado pelo Grupo de Xadrez do Porto; e Vítor Leal, louletano da Campina, destacado dirigente do Grupo de Xadrez da Guarda e do Clube de Xadrez de Seia.
Quando a secção de xadrez do Clube de Pesca e Náutica Desportiva de Albufeira deixou de funcionar, Amarildo Lima decidiu continuar a sua atividade xadrezística na Casa do Povo de Alte, tendo organizado, em 2014, o I Open de Xadrez de Alte (21 participantes, todos residentes no Algarve), enquanto dirigente do Núcleo de Xadrez da AC Alte.
Tiago Pinho, à data xadrezista dos Amigos de Urgezes (Guimarães) e do Club de Ajedrez Esuri (Ayamonte), foi o vencedor daquele I Open e juntou-se ao Núcleo de Xadrez de Alte. Em Outubro de 2015, cria a página de facebook "Torres de Loulé" e, através dela, começa a dinamizar encontros informais de xadrez na Taberna dos Frades, mesmo em frente às Torres da Muralha do Castelo de Loulé.
A esses encontros comparece Vítor Leal, professor de matemática da Escola Eng. Duarte Pacheco que, quando residiu na Guarda, foi dirigente do Grupo de Xadrez local cuja equipa, liderada pelo GM canadiano Kevin Spraggett, venceu o Campeonato Nacional da I Divisão.
Quando a Taberna dos Frades se tornou pequena para receber os xadrezistas, seguiu-se um curto período em que os encontros se fizeram na Avenida José da Costa Mealha, na casa do dinamizador. A Câmara Municipal, na pessoa do seu Vice-Presidente e Vereador com o pelouro do Desporto, Dr. Hugo Nunes, disponibilizou então a sala de reuniões do Pavilhão Municipal, além dos primeiros conjuntos de tabuleiro e peças, e relógios, que os membros do clube passaram a utilizar nos encontros na cidade de Loulé (muitos desses conjuntos e todos aqueles relógios continuam hoje a ser utilizados pelo clube, agora nas instalações da Casa da Cultura de Loulé que desde 2018 recebe de braços abertos o nosso clube nas suas instalações, inicialmente no Parque Municipal e, desde 25 de abril de 2022, na rua das lojas (Rua 5 de outubro, 36). A tradição do Jogo Real não era estranha à Casa da Cultura que chegou a ter uma secção de xadrez, tendo sido uma das coletividades louletanas onde se jogou xadrez no passado. As primeiras, no século passado, foram o Clube Desportivo Marina, da fábrica de cerveja com o mesmo nome, no final da década de 70, a Sociedade Recreativa Artística Louletana, no início dos anos 80, e o Louletano Desportos Clube, logo depois).
Em 2015, a AC Alte organizou o II Open de Alte cujo vencedor foi o MF Viktor Ulyanovskyy, em representação do FC Barreirense. Participaram 23 xadrezistas, entre os quais a CMF Sara Monteiro, da ADRC Mata de Benfica, o MF Vasco Diogo, da AA Coimbra e o MN Carlos Carneiro, da AX Portugal.
No verão de 2016, a AC Alte decidiu terminar a atividade do seu Núcleo de Xadrez, pelo que em setembro, no final da época 2015/2016, o Amarildo, o Tiago e o Vítor constituíram, na Conservatória do Registo Comercial de Loulé, o Loulé ++ Clube de Xadrez das Torres do al-Gharb, com sede em Esteval dos Mouros - Alte, com o objetivo de logo de imediato participar no Campeonato Distrital de Faro.
O nome do clube foi amplamente discutido, havendo a preocupação de não reduzir a sua designação à cidade de Loulé e homenagear a ligação histórica da região à modalidade (* para informação adicional, ver o segmento final deste texto). O Loulé Xeque-Mate, clube de xadrez das Torres do al-Gharb, mais conhecido na gíria federada como Loulé, Loulé ++ (Loulé mais mais) ou Torres de Loulé, pretende homenagear as torres e torreões de Loulé (do Castelo, do Mercado, da Igreja Matriz...) que constituem alguns dos ex-libris arquitetónicos do concelho, destacar uma das peças maiores do jogo, e a ligação ao clube, logo desde a primeira hora, de xadrezistas oriundos de outras proveniências, de Huelva ao barlavento, do litoral à serra algarvia.
Com jogadores não federados no NX AC Alte, entre os quais os fortes xadrezistas do Club Ajedrez Esuri, Oliver Jurado e Javier Jesus, o Loulé ++ conseguiu na sua prova de estreia o apuramento para a III Divisão Nacional que disputou em 2016/2017. Em Novembro de 2016, o Open de Alte foi novamente organizado, agora pelo Loulé ++. O vencedor desta terceira edição foi José Prata, forte xadrezista radicado em Portimão e que também passou a fazer parte da espinha dorsal da nossa equipa principal.
O clube tem vindo a crescer sustentadamente, aumentando o número de praticantes e vencido várias competições distritais, individuais e coletivas, assim como a Série F da III Divisão Nacional em 2018/2019 - ver separador "Historial" -, o que levou à distinção do clube na Gala do Desporto da Câmara Municipal de Loulé.
Atualmente conta com dezenas de xadrezistas federados, de várias nacionalidades e escalões etários, e compete com várias equipas, uma na II Divisão Nacional, outra na III Divisão Nacional e as restantes no Campeonato Distrital - sendo um dos clubes de referência no Algarve, de que o estatuto de «Clube Formador», atribuído pela Federação Portuguesa de Xadrez, é apenas mais um exemplo.
Em 2021, a Escola Profissional de Alte recebeu a VII edição do Open de Alte, novamente organizado pelo Loulé ++, uma atividade realizada anualmente em novembro, apenas suspensa em 2020 por força das limitações impostas pela pandemia provocada pelo Sars-Cov-2. Nesse ano, o Open contou pela primeira vez, a par da prova para federados (31 participantes, vitória de José Prata), de uma prova aberta a não federados (13 participantes, com destaque para Viktor Mihali e Paulo Gomes que acabaram por integrar o nosso clube, continuando a velha tradição, iniciada com Tiago Pinho na primeira edição, e sedimentada com José Prata, na terceira, de o torneio de Alte servir de cartão de visita, com as suas tradicionais atividades paralelas - teatro, exposições, lanche convívio... - para futuros jogadores do clube).
Em 2022, organizámos, no mesmo local e com os mesmos parceiros, o VIII Open de Alte que, atestando o excelente momento que o xadrez algarvio atravessa, teve 80 xadrezistas inscritos, representando todos os clubes algarvios: ADC Faro, AXAL, Loulé, Messinense, Fuzetense, Lagos, Lagoa e Clube de Xadrez de Portimão que, apesar de não estar federado, participou com dois representantes filiados diretamente na FPX. Foi seguramente o torneio mais participado no Algarve na década precedente, não havendo memória de outro semelhante neste século. E se o Loulé ++ tem como fim estatutário promover e dinamizar o xadrez no município de Loulé, a visão que desde sempre orienta o Clube é o de ser uma referência local, mas também um motor do desenvolvimento do xadrez no Algarve. Foi, por isso, com especial gosto que recebemos no VIII Open de Alte jogadores de outras paragens que, em épocas anteriores, integraram a Muralha das Torres de Loulé mas que, entretanto, saíram para dinamizar outros clubes mais próximos das suas residências. Foi o caso, por exemplo, do Viktor e do Daniel Mihali (este venceu o escalão sub-08 em representação do Núcleo de Xadrez de Lagoa); do João Pacheco (que venceu o escalão veteranos maiores de 50 anos, em representação da AXAL - Faro); do Gonçalo Esteves que representou o Clube Recreativo Fuzetense; do Henk van Ginkel e do Kees de Kruif, holandeses que passaram a representar o Gil Eanes, de Lagos; ou do Manuel Machado, da Sociedade de Instrução e Recreio Messinense.
Atualmente, o clube desenvolve as suas atividades em Loulé - na Casa da Cultura de Loulé (iniciação e competição, com Tiago Pinho e Paulo Oliveira), no Parque Municipal (Cláudia Monteiro, Sara Pinho, Patrícia Martins, Fernando Santos, Ana Daniela, Paulo Oliveira e Tiago Pinho) e na Biblioteca Municipal (Tiago Pinho) -, estando previstas atividades para Alte (Amarildo Lima), Quarteira (Paulo Oliveira), Faro (Luís Botelho e Marcos Dias) e Portimão (José Prata) e São Brás de Alportel (José Paulino).
Nas competições online o clube tem a equipa https://lichess.org/team/torres-de-loule, que inclui xadrezistas de origens diversas e que tem , em 7/08/2023, 355 xadrezistas inscritos. É a principal equipa de Portugal no xadrez on-line. Organiza , desde maio de 2020, aos domingos o Torneio Internacional de Xadrez das Torres de Loulé, estando atualmente no 117º Torneio. A página de gestão dos torneios é https://lichess.org/team/torres-de-loule-team-battles. Em colaboração e na época de paragem dos seus torneios, em associação com a equipa espanhola Ajedrez Béjar (Salamanca) , organiza a Liga Ibera ,que já ultrapassou a edição 50, https://lichess.org/team/liga-ibera. A equipa online das Torres de Loulé, permite que qualquer interessado integre e represente a Muralha das Torres de Loulé a partir do seu computador ou telemóvel, Esta competição assumiu uma dimensão ímpar, pouco habitual no xadrez nacional, tendo-se tornado uma referência internacional ao reunir todas as semanas várias dezenas de equipas dos quatro cantos do mundo e centenas de jogadores. Se te quiseres juntar à Muralha online, podes fazê-lo em www.lichess.org/team/torres-de-loule.
Já exercitaste o teu cérebro hoje?
Não temas nenhuma batalha,
Junta-te à nossa Muralha!
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O Algarve sempre teve xadrezistas de eleição, sendo vários os títulos individuais e coletivos que, ao longo das últimas décadas, foram atribuídos pela Federação Portuguesa de Xadrez a jogadores e clubes do distrito de Faro, onde, nos anos 90, os campeonatos nacionais de jovens se realizaram anualmente. (** para as principais conquistas do palmarés do Loulé ++, cfr. o separador "História")
Mas pode-se recuar muito, muito mais, no tempo para perceber por que é que a relação entre a região e a modalidade, às vezes muito intensa, outras mais espaçada, nunca foi radicalmente rompida.
O xadrez é um jogo milenar cuja origem não é claramente conhecida. Há quem sustente que a sua raiz é o chaturanga – que significa qualquer coisa como «As quatro divisões do exército» (a infantaria, a cavalaria, os elefantes e as carruagens, comandadas pelo Rei coadjuvado pelo seu conselheiro) –, jogo que se praticava no século VII na zona da atual Índia. Daí chegou à Pérsia, onde ficou conhecido por chatrang, e quando esta foi conquistada pelos árabes, o jogo espalhou-se pelo norte de África sob a designação de shatranj.
O nome do jogo, tal como as regras, continuou a sofrer alterações de acordo com a fonética e a ortografia dos povos que o receberam, e o chaturanga, que no nordeste africano já era designado por shatranj, no noroeste ficou conhecido por shaterej. Com a conquista da península ibérica, a partir de 711, o shaterej foi pela primeira vez introduzido na Europa, evoluindo em Al-Andalus para ajedrez e em Al-Gharb, o ocidente andaluz, para xadrez.
Na Europa central e oriental, os pontos de contacto com outras comunidades árabes fizeram com que o nome do jogo mantivesse uma ligação à fonética original: a designação shatranj foi substituída por versões da palavra persa shah (Rei) que também foi acolhida no latim (ludis scaccorum, jogo dos reis), sendo o jogo conhecido atualmente na Itália por scacchi, na Holanda por schaken, na Alemanha por schach. Em português, esta linha evolutiva também teve influência na criação do glossário da modalidade: o famoso «Xeque!» é um aviso dirigido ao sheik, o soberano, e o sempre desejado xeque-mate, de shah mat (o Rei não pode escapar), determina o fim da partida.
Foi no Al-Andalus, território hoje integrado na Andaluzia e no Algarve, que surgiram alguns dos mais destacados praticantes e teóricos do jogo. Algumas fontes indicam Xannabus ou Xanbras (Silves? Estômbar? São Brás de Alportel?) como local de nascimento de Ibn Ammar, poeta, político e xadrezista que no século XI, ao vencer uma partida ao Rei Afonso VI de Castela, conseguiu convence-lo a desistir de tentar conquistar a taifa de Sevilha, governada pela família dos Abádidas.
A Península Ibérica, onde no século XIII surgiu uma das primeiras obras escritas sobre o xadrez (Libro de los Juegos – Libro de Acedrex, Dados e Tablas, mandado compilar pelo Rei Afonso X de Leão e Castela), foi o local onde a modalidade foi mais pulsante até ao Renascimento, com uma comunidade de xadrezistas encabeçada por Pedro Damiano, de Odemira, e Ruy Lopez, de Segura, este último o inventor da célebre e atual Abertura Espanhola. Com o apogeu do Renascimento, também o xadrez passou a bater mais forte em Itália, com Paolo Boi, e depois, com o Iluminismo, a modalidade atingiu novo apogeu em França, com Philidor.
O peso político das rainhas europeias e da igreja católica também influenciaram decisivamente o jogo:
- A infantaria do chaturanga deu origem ao peão (em alguns países com o significado de soldado de infantaria, noutros, como na Alemanha (bauer) e na Espanha (peón), de agricultor);
- A cavalaria indiana ficou associada aos cavalos (em algumas línguas com o significado de cavaleiro (knight, em inglês), noutros como cavalo de salto (springer, em alemão);
- Os elefantes deram origem aos bispos (em alguns locais, aos bobos da corte – Fou, em francês -, aos mensageiros – goniec, em polaco -, aos atiradores – strelec, na República Checa). Em Espanha, o bispo ainda se chama alfil, de al-fil, o elefante);
- As carruagens tornaram-se torres (tour em francês; em russo traduzem-se por navios (ladya), em indonésio como castelos (benteng), na Estónia como vagões (vanker));
- O conselheiro/vizir passou a Rainha ou Dama (Donna, em Itália), embora fora da Europa haja alguns países que identifiquem esta peça no género masculino. Mesmo na Europa, na Estónia esta peça traduz-se por bandeira (lipp). Na Rússia (ferz) e na Turquia (vezir) o nome da peça ainda está próximo do firz original. No século XV esta peça ganhou mobilidade e alcance, destronando a Torre como peça de ataque mais valiosa;
- O rei é que sempre se manteve rei, embora em alguns casos com neologismos (no Japão é kingu, do inglês king).
É esta herança e intercâmbio cultural que o Loulé ++ pretende divulgar e potenciar, bem como promover os benefícios associados à prática da modalidade no âmbito da saúde mental e do processo de tomada de decisões.
